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segunda-feira, 11 de julho de 2016

E a viagem 7.4.1 termina em SINTRA...

Último dia de viagem. O Emerson levou a Cecília ao Pavilhão do Conhecimento, que ela estava ansiosa para voltar. Eu, o pai e a mãe fomos a Sintra. O valor da ida e volta é de 4,30 euros e dá para utilizar o mesmo cartão de transporte (utilizamos o viva viagem), mas para cada tipo de compra precisa estar com saldo zerado. Pegamos o trem na Estação do Rossio e descemos na última parada. Esse é o mesmo trem que para em Queluz, outro passeio muito legal de se fazer, que contei aqui.
Em 2015 fomos ao Palácio Nacional , e nesta vez, além de passearmos pelo centrinho, fomos ao Palácio da Pena. 




Da  estação de trem fomos a pé até o centro. É uma caminhada tranquila, embora seja possível pegar o ônibus que vai ao Palácio da Pena já na estação de trem, sendo permitidas as paradas pelo caminho (5 euros por pessoa). 

Minha ideia era pegar um táxi no centro para subirmos ao Palácio da Pena, mas não encontrei nenhum estacionado. Então atacamos um tuc tuc!! 

Lá seguimos nós morro acima, quase levantando voo naquele negócio! Acho que o pai pensou que era sua despedida... Estava errado. Chegamos sãos e salvos! O preço também era de 5 euros por pessoa, mas depois teríamos a volta: outro tuc tuc, desta vez até a estação de trem.
Nosso transporte - nonno aliviado com a chegada
Os quiosques que vendem ingresso para acesso ao palácio ficam no local onde param os ônibus, o tuc tuc ou táxi. O valor da entrada é de 11,50 euros/adulto; 9 euros/acima 65 anos. É oferecido um transporte para chegar ao castelo, que ainda fica mais um morro acima... 3 euros por pessoa (subida/descida).

Local da parada do ônibus do parque: não tem como evitar essa lomba!








Como tinha vento nesse lugar... 

Zoom para ver o Castelo dos Mouros e ter uma ideia da altura em relação à cidade

Minha fotógrafa cortou uns pedaços do Castelo...
Depois desse belo passeio, voltamos para a estação de trem. Iríamos embora no próximo comboio, mas recebemos uma dica de lugar para o almoço dos nossos amigos Adalberto e Fabiana, que também passeavam por Sintra naquele dia: Restaurante Incomum. Pela fachada, provavelmente nunca teríamos entrado... e perderíamos uma bela refeição. Fica bem pertinho da estação e o valor da refeição completa era 9,50 euros (menu almoço até às 15 horas), incluindo entrada, prato principal, sobremesa e bebida. Recomendadíssimo!

De barriga cheia, pegamos o trem para retornar a Lisboa. Ainda passeamos na Baixa para despedida... No dia seguinte, tomamos um café no hotel e já pegamos o metrô para o aeroporto. Nosso voo de volta era direto a Porto Alegre (isso é muito bom!!!), ainda pela manhã.

E aqui termina nossa viagem carinhosamente chamada de 7.4.1. Não poderia ter escolhido uma forma mais perfeita de comemorar meus 40 anos, fazendo uma das coisas que mais gosto neste mundo, com as pessoas que mais amo.

Programei essa viagem por vários meses!! Desde tentar convencer o pai a fazer a viagem (tarefa ao encargo da irresistível Cecília), comprar as passagens em junho/2015, numa promoção da TAP do dia dos namorados e continuar na elaboração do roteiro, escolha dos hotéis em época de euro em alta, planejamento dos passeios...

Posso dizer que foi mais que ótimo!!! Tudo ocorreu como planejado. Pensamos que a prótese de quadril do pai traria dificuldades nas longas caminhadas, mas fomos surpreendidos com a disposição daquele que deu o nº 7 ao nome da nossa viagem.

Só tenho a agradecer a possibilidade de viver momentos como estes que passamos juntos...

Espero que eles tenham gostado tanto quanto eu !!!!

domingo, 3 de julho de 2016

Um Tour por Lisboa

Antecipamos em uma noite nossa chegada a Lisboa. Acabou sendo bom, porque no dia seguinte começamos cedo nosso roteiro. Novamente tivemos sorte com o tempo! Um lindo dia de sol, céu azul e temperatura agradável.

Saímos do hotel para um roteiro parecido com o que fizemos em 2015, detalhado aqui , com mais informações sobre as atrações. Começamos pegando o elétrico 28, desta vez na Praça Martim Moniz, utilizando o passe de 24 horas comprado na noite anterior. Descemos na Graça e fizemos o circuito dos miradouros!




Seguimos a pé, ladeira abaixo, até a Parada do Sol, com o Miradouro Santa Luzia.






Agora uma lomba acima e chegamos no Castelo de São Jorge...



Eu e a mãe subimos no Castelo... os demais descansaram as pernas!

Ce interagindo com o pavão!
Na saída do Castelo, pegamos o ônibus até próximo da Praça do Comércio, novamente com nosso passe. Na praça, fomos no "Pastel do Bacalhau". O "pastel" é simplesmente maravilhoso, embora com preço fora dos padrões portugueses: 3,50 euros. Tomamos uma cerveja também muito boa. No balcão, eles oferecem três tipos para degustação.



Na praça, por insistência da Cecília, acabamos patinando (eu e ela). Talvez o melhor seria: tentamos patinar. Nenhuma foto decente para registro no blog...



Pegando pedras do Tejo
Ainda caminhamos até o Mercado da Ribeira, onde compramos sardinhas, cavalas, atum e queijos para a janta no hotel. Pegamos o ascensor da Bica novamente com nosso passe e fomos até o Chiado.


Igreja de Loreto
Ainda seguimos até o Elevador de Santa Justa e fizemos render novamente nosso passe de transporte!!! Descemos até a baixa, largamos as coisas no hotel e seguimos para o miradouro da Glória, para ver a cidade ao anoitecer!

Vista do Elevador Santa Justa
No caminho, paramos para tomar uma ginjinha e fazer um brinde à nossa bela viagem!


Nosso passe foi novamente utilizado (perdi até as contas de quantas vezes usamos!) no ascensor da Glória. A vista do miradouro é imperdível!!!


Já anoitecendo, seguimos em direção ao Chiado, compramos um vinho nacional e pão para acompanhar nossos enlatados e voltamos para o hotel para jantar. Esse é um pequeno resumo de como aproveitar muito um dia em Lisboa e fazer um bom uso do passe diário de transporte. 

No dia seguinte, o destino era Belém. Dessa vez, usamos o cartão de transporte para carregar com viagens avulsas: uma para ir e outra para voltar de Belém. Pegamos o transporte na Praça do Comércio e neste dia nos dividimos. O Emerson e a Cecília foram para uma exposição do corpo humano e eu, a mãe e o pai fomos aos pontos turísticos de Belém. À uma da tarde, nos encontramos nos Pastéis de Belém. Um roteiro parecido fizemos em 2015, com mais detalhes aqui .

Padrão dos Descobrimentos

Torre de Belém

Mosteiro dos Jerônimos


Para terminar a região, almoçamos nos Pastéis deliciosos de Belém!




Dali pegamos um ônibus e voltamos para a Baixa.

Em dois dias dá para conhecer o principal de Lisboa, mas tem muito mais para ver e fazer! Há vários passeios bate-volta que dá para fazer a partir de Lisboa de trem mesmo, como fizemos em 2015. A cidade é muito acolhedora e certamente voltaremos outras vezes!!!

Com esse post, está quase chegando ao fim a viagem 7.4.1... resta apenas nosso último dia de viagem, 03.02, em Sintra. Em breve!

Hotel: Brown's Boutique Hotel, em Lisboa. O hotel e o quarto são muito bons, com ótima localização na Baixa, muito próximo da estação de metrô Baixa-Chiado. O café da manhã também era ótimo, servido no bistrô que fica no térreo do hotel.   O valor da diária foi de aproximadamente 65 euros (quarto superior), com café, porém na tarifa não cancelável. Cama extra para a Cecília por 15 euros.
Período: 31/01 (noite) a 04/02 (saímos cedo para o aeroporto). O roteiro acima foi feito nos dias 01/02 e 02/02. 
Transporte: chegamos a Lisboa de carro e utilizamos transporte público na cidade.

domingo, 24 de abril de 2016

Dois dias entre Fátima, Alcobaça, Nazaré, Óbidos e Mafra

Deixamos Évora após o café da manhã e seguimos para Fátima. Foi o caminho mais longo entre as cidades deste post... cerca de duas horas. Os demais deslocamentos não chegaram a uma hora cada um. Correndo um pouco, seria possível conhecer Fátima, Alcobaça, Nazaré e Óbidos em um dia, deixando Mafra para um bate-volta de Lisboa. 

Fátima se resume ao santuário e muitas lojinhas no seu entorno. Tem bastante opção de estacionamento na rua. 




Tomando um café numa das lojinhas...


De Fátima, seguimos para Alcobaça. A cidade é bem bonitinha. Tem um estacionamento grande na entrada e em uma curta caminhada dá para chegar no Mosteiro, que é o principal ponto de visita. Na igreja que fica anexa ao Mosteiro (ali a entrada é gratuita), estão os túmulos de Inês de Castro e Dom Pedro I (não o nosso, que é IV para Portugal). Acho que a nossa visita durou cerca de um hora. Em frente ao Mosteiro, há um calçadão com vários restaurantes.


Restaurantes em frente ao Mosteiro

Mosteiro de Alcobaça

Fachada da igreja

Claustro, dentro do mosteiro




Que tal esses doces?


Já noite, saímos de Alcobaça com destino a Nazaré, cidade costeira, onde eu tinha reservado um hotel antes de sairmos de Sevilha. Fomos direto ao hotel, um pouco afastado da área central, e, já cansados, acabamos jantando no próprio hotel. 

Na manhã seguinte, após tomarmos nosso café no hotel com uma bela vista da costa, fomos ao centro de Nazaré. Também foi fácil de estacionar, porém com parquímetro (pelo menos na beira do calçadão da praia). Caminhamos pelo calçadão e fomos até a ponta da praia, onde fica o ascensor. Infelizmente, estava em manutenção (problemas de viajar na baixa temporada) e acabamos não subindo no mirante da cidade. Como o tempo estava meio nublado, resolvemos não subir de carro. Tomamos um café na beira-mar, onde conseguimos uma tomada para carregarmos a filmadora. 

Saindo do hotel, uma bela vista da cidade. À direita, o ascensor que estava em manutenção



Cafeteria na beira da praia onde carregamos a filmadora






Deixamos Nazaré e fomos a Óbidos. No acesso à cidade, tem um grande estacionamento. Embora tivesse uma casinha onde aparentemente houve cobrança algum dia, foi gratuito. Em uma curta caminhada, já se chega na rua principal de Óbidos. Ali há várias lojas e alguns restaurantes. Caminhando um pouco, chega-se ao Castelo de Óbidos, onde atualmente tem um restaurante e, ao lado, fica a Pousada de Óbidos. Dá para subir nas muralhas, mas dessa vez dispensamos o passeio. Como já não tinha muito o que fazer na cidade, resolvemos seguir para Mafra!


Entrada da cidade murada

Muitas lojinhas de artesanato!

Rua principal da cidade

Escolhendo um presente...


Entrada da área do castelo

Castelo de Óbidos: dava para ver as pessoas almoçando na janela de vidro


Gatinho vigiando as Ginjas de Óbidos


Ainda não tínhamos reservado hotel para esta noite, já que não sabíamos até onde conseguiríamos fazer nossa visita. Tínhamos programado a devolução do carro para o final da manhã do dia seguinte e até então não saberíamos se daria tempo de visitar o Palácio de Mafra (entrada 6 euros/adulto; 3 euros/65 anos e gratuito até 12 anos). No final das  contas, conseguimos visitar o Palácio na tarde do domingo. Estacionamos na rua e caminhamos até o Palácio. A entrada não é tão evidente... fica ao lado da porta da igreja. Em frente ao palácio, há algumas cafeterias e restaurantes, onde acabamos tomando um chá e comendo um doce na saída da visita ao Palácio, já que até então apenas havíamos tomado um reforçado café. Ali na cafeteria, após a visita, reservamos o hotel em Lisboa para aquela mesma noite, no mesmo hotel que já tínhamos reserva para as três noites seguintes. Chegaríamos tarde, mas pelo menos já estaríamos lá no dia seguinte. 

Embora menos "chique" que o Palácio de Queluz , que visitamos em 2015, também é muito interessante. Não calculei o tempo da nossa visita, mas acredito que tenha durado cerca de uma hora e meia. O palácio é enorme e apenas foi possível ser construído devido ao ouro do Brasil (e isto está escrito na entrada do palácio). Foi nesse palácio que a família real se instalou no período anterior à invasão francesa e, consequentemente, à saída da família real de Portugal para  Brasil. Grande parte do mobiliário acabou sendo trazida para o Brasil e por aqui ficou. O palácio também está associado ao fim da monarquia, sendo que o quarto utilizado pelo último rei de Portugal, Dom Manuel II, na sua última noite antes da partida para o exílio (de 04 para 05 de outubro de 1910), está la para ser visitado.

A visita ao palácio começa pela Botica (laboratório farmacêutico) e pela enfermaria, onde doentes graves eram assistidos por frades enfermeiros, lembrando que o projeto inicial de construção era um convento. Depois segue-se para o Palácio Real, com suas inúmeras salas, incluindo os aposentos, que eram separados para o rei e a rainha, ficando um ao norte e outro ao sul. O fim da visita é a lindíssima Biblioteca, com seus aproximados 30.000 volumes.


Fachada do Palácio de Mafra

Um pouco da história do palácio, exposta no início da visita

Enfermarias

Igreja, vista de dentro do palácio

Quarto onde Dom Manoel II dormiu antes de ir para o exílio, com o fim da monarquia

Biblioteca do Palácio


Já anoitecia quando saímos do Palácio. Tomamos nosso chá e seguimos para Lisboa, direto ao aeroporto, para devolvermos o carro ainda naquela noite. Do aeroporto, pegamos um metrô para o nosso hotel. Aliás, é bem fácil ir de metrô do aeroporto para algum hotel próximo das estações, desde que a quantidade de malas permita. No aeroporto, já compramos um passe diário para cada um no valor de 6 euros, sendo que tínhamos 24 horas para utilizá-lo quantas vezes fosse necessário, em qualquer transporte público.

Chegamos ao hotel e conseguimos unificar nossas reservas, embora em andares diferentes.

Esse roteiro foi ótimo e em dois dias deu para fazer tudo com calma. Podemos até dizer que os passeios foram de um dia e meio, já que na primeira manhã ainda estávamos em Évora, que fica mais distante desse roteiro do que se tivéssemos saído de Lisboa. No próximo post, um pouco mais de Lisboa!

Hotel: Miramar Sul, em Nazaré. O hotel e o quarto são muito bons, mas a janta (buffet) acabou sendo cara em seu custo/benefício. O valor da diária foi de aproximadamente 70 euros.
Período: 30/01 (tarde) e 31/01
Transporte: carro durante todo o percurso.




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