quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Joanesburgo: uma parada no caminho para o Japão

Depois de meses de espera, chegou a hora de conhecer o Japão. Como a viagem é muito longa, sempre disse que quando fôssemos até lá, necessariamente deveríamos fazer uma parada pelo caminho. O destino escolhido foi a África do Sul!

Não começamos muito bem... de cara, um atraso de mais de cinco horas no voo para Joanesburgo. Já estávamos esperando em São Paulo fazia três horas, então resolvemos entrar na sala VIP.

Enfim chamaram o voo! Esse foi tranquilo. Mas o “não começamos muito bem parte 2” apareceu. Na imigração, o agente insistia na certidão de nascimento da Cecília. Só tínhamos o passaporte e a carteira de identidade. Não conseguia entender a exigência... até que o cara cansou e nos liberou. Ufa. Depois descobrimos que é uma exigência na África do Sul para entrada e saída e crianças, embora na saída apenas nos foi exigido o documento pela companhia aérea na hora de despachar a bagagem. 

Nossas malas chegaram, fizemos o câmbio (1 dólar – 12 rands), compramos o passe do Gautrain (151 rands/cartão recarregável 16 rands) e 15 minutos depois estávamos na estação Gautrain Sandton. Uma breve caminhada e enfim chegamos no nosso hotel Garden Court, já no final da tarde. Esse região é uma boa opção de hospedagem. Perto do Gautrain, segura e bonita.

Teríamos dois dias inteiros em Joanesburgo. O que fazer? O objetivo era não sobrecarregar demais os dias, porque teríamos uma longa viagem pela frente. Então, safári ou passeios muito afastados foram descartados. Optamos com comprar um passe de ônibus hop on hop off para dois dias, com  tour pelo Soweto incluído, o que custou 580 rands por adulto. Incluir o Soweto praticamente dobra o preço, mas minha opinião é que valeu a pena.


Vista do Centro de Joanesburgo
Fazendo o tour, descobri que Joanesburgo é uma cidade bastante nova. Começou seu desenvolvimento com a corrida em busca do ouro descoberto na região, no final do século XIX. Antes disso, não havia nada por ali. Foi devido ao ouro que a cidade se desenvolveu, já que a sua localização não é propícia para a construção de uma metrópole. A cidade fica a 1.700 metros de altitude e não está próxima de qualquer fonte de água, seja do mar ou de algum rio.

Aonde ir?

Começamos pelo Constitution Hill. Esse local nos mostra uma antiga prisão, que misturou presos comuns e  políticos, ao lado do símbolo atual de uma democracia, a Corte Constitucional. 

Local onde os presos eventualmente tomavam banho

"Banheiros"ao fundo, em frente ao local onde os presos faziam as refeições

Na prisão, é possível ver o tratamento desigual entre brancos e negros, inclusive na porção e tipo de alimentação. O banho era pouco frequente e o lugar para comer era ao lado dos banheiros abertos. Um dos piores castigos era ir para a cela isolada, onde os presos ficavam 23 horas por dia na cela escura  e somente recebiam para “comer” água de arroz. Embora fosse permitido ficar apenas um mês, muitos passaram muito mais tempo.

Celas isoladas

Artesanatos dos presos, feitos com cobertores, papel higiênico, etc.

A democracia na África do Sul é recente e a Corte Constitucional apenas foi implementada em 1995, a partir da nova constituição, depois do fim do Apartheid. Em 1994, foi eleito o primeiro presidente pelo voto popular, Nelson Madela, que havia saído da prisão em 1990. A Corte é composta por 11 juízes e o plenário tem janelas pequenas para a rua, para demonstrar a transparência e também para que os julgadores vejam o povo na rua.

Entrada da Corte Constitucional, com várias obras de arte

Bancada dos 11 juízes da corte

Parte externa da Corte Constitucional
 A visita guiada é muito boa e útil para conhecer um pouco mais da história do lugar. Na visita de uma hora, passamos pelo que sobrou da prisão, Number 4, e também pela Corte Constitucional. Também é possível visitar o Old Fort e a Women’s Jail. Tem uma visita de 2 horas, em dois horários, que faz uma visita completa.

Old Fort

Women's Jail - celas isoladas
No mesmo dia fomos ao Museu do Apartheid, que conta um pouco dessa parte triste da história da África do Sul. Já na entrada, seu ingresso é selecionado para entrar em uma das duas portas existentes: brancos ou não brancos, que abrangia os negros, mulatos e asiáticos. Cada porta segue um caminho diferente até o acesso à entrada do museu. Nesse caminho, havia muitas placas utilizadas no regime de segregação, como de “europeus”, “não europeus”, “brancos”, “não brancos” e fica difícil imaginar que esse é um passado recente da história da África do Sul.




No segundo dia, fizemos a visita ao Soweto, além de todo o circuito do tour do hop on hop off novamente. Embora o ingresso seja mais caro, vale a pena conhecer essa cidade de 4 milhões de habitantes, um dos lugares aonde foram colocados os negros no regime do Apartheid. Confesso que quando entrei na van que faria o passeio quase me arrependi... eles não gostam de ar condicionado, mesmo fazendo mais de 30 graus! Isso confirmei no aeroporto, porque até ali era bastante quente.
O tour durou pouco mais de duas horas, fazendo várias pequenas paradas  durante o caminho. Começou com uma parada no estádio que sediou a abertura e encerramento da Copa do Mundo de 2010. 


Entrada para o Soweto
Depois paramos na Orlando Towers, que antigamente era uma usina termoelétrica, que produzia energia apenas para a cidade de Joanesburgo, deixando a forte poluição em Soweto, que não tinha energia elétrica. Atualmente ela está desativada e tem um bung jamp para quem quiser se aventurar.



Na sequência, paramos na praça, aonde um guia local contou um pouco da história do lugar e de como era diferente a educação para brancos e negros. Aos negros eram ensinadas atividades braçais, costurar, cozinhar e não as mesmas matérias que os brancos tinham acesso. Ali também tem um feira de artesanato africano, aonde comprei dois bichinhos de pedra por 100 rands.

Praça aonde foi morto Hector Peterson, no colo do seu irmão, na fotografia ao fundo. 

Feira de Artesanato




Também paramos na Vilakazi Street, única rua no mundo aonde moraram duas pessoas que ganharam o prêmio nobel da paz: Nelson Mandela e Tutu. O nome da rua é em homenagem ao educador que traduziu pela primeira vez o dicionário zulu para o inglês. Nessa rua também têm alguns restaurantes para quem quiser almoçar por ali. A abordagem de vendedores e alguns pedintes é grande. Prepare-se.







No Soweto, embora ainda tenha bastante pobreza, existem várias casas muito boas, de pessoas que estudaram, melhoraram de vida, mas continuaram morando ali.


Pobreza no Soweto
O tour do hop on hop off começa e termina em Rosebank, próximo da estação do Gautrain. Ali tem um complexo de lojas e restaurantes bem legal, com mesas na calçada e uma grande área peatonal. Na última noite em Joanesburgo, jantamos ali, no Ocean Basket, uma rede com vários restaurantes na cidade e que serve frutos do mar.

Como estávamos hospedados em Sandton, acabamos jantando outras duas noites na Nelson Madela Square. O lugar é muito agradável e cheio de opções para refeições. Na primeira noite optamos pela praça de alimentação mesmo. Na segunda noite, dia do meu aniversário, escolhemos um restaurante na praça, o Trumps. Ele é muito bem avaliado no tripadvisor, número 2 de mais de 1200 restaurantes da cidade.

Nelson Mandela Square


Passamos de ônibus pelo Melrose Arch, que é outro complexo de restaurantes e lojas, e também pareceu muito interessante.
Enfim, em dois dias dá para ter uma boa noção dessa cidade imensa. Se tiver apenas um dia, é imprescindível conhecer o Constitution Hill e o Museu do Apartheid, para aprender um pouco sobre a história da cidade e do país.

Por fim, alguns apontamentos sobre Joanesburgo:

Tanto nos hotéis, quanto nos restaurantes, lojas e outros serviços, praticamente são apenas funcionários negros.
O país tem 11 línguas oficiais.
Muitas mulheres têm os cabelos trançados ou raspados. Nunca vimos tantos cabelereiros num mesmo lugar!
O desenvolvimento da cidade deu-se pelas minas de ouro.
Tem muitos parques e lugares para as pessoas aproveitarem a natureza.
A cidade não nos pareceu tão perigosa, quanto a propaganda negativa que fazem dela.
Mahatma Gandhi morou vários anos na cidade. No centro da cidade, tem uma praça com seu nome e uma estátua de Gandhi vestido de toga. Ele era advogado e no prédio em que tinha seu escritório não lhe era permitido usar o elevador, devido a sua cor.

Estátua de Gandhi


E chegou a hora de deixar Joanesburgo para trás e seguirmos para o principal destino dessa viagem: 
 Japão 

domingo, 31 de dezembro de 2017

Búzios

Depois de deixarmos Angra dos Reis para trás no sábado, almoçamos no Rio, caminhamos pelo Leblon, deixamos nossos amigos Marlon e Cristina no aeroporto e seguimos a estrada para Búzios. A estrada é muito boa e tem a Casa do Alemão no caminho, ótimo lugar para uma parada. Chegamos em Búzios já era noite. Ficamos hospedados no Hotel Costa do Sol, que fica num lugar alto, sem acesso direto à praia, mas com bela vista.

Hotel Costa do Sol





No domingo, fomos à praia de João Fernandes. Estava lotada! Encontramos um estacionamento pago que dava acesso direto à praia e alugamos cadeiras e guarda-sol. Em geral, o valor é uma consumação, ou seja, o valor do "aluguel" pode ser consumido.

O Emerson e a Cecília alugaram um caiaque com a parte de baixo transparente e fizeram um passeio de 30 minutos. Adoraram!

A Cecília aproveitou mais um pouco da água gelada, mas aquele lugar lotado já tinha esgotado para nós. Era todo mundo amontoado... acredito que por ser domingo.









Outro programa legal que fizemos foi caminhar no centro e pela orla, no horário do pôr-do-sol. O visual é lindíssimo! Depois é só escolher um restaurante. São várias opções para jantar, tomar um sorvete ou um café. Como nosso hotel não era tão perto para ir a pé, já no primeiro dia encontramos um estacionamento de fácil acesso e sempre deixávamos o carro ali para passear. Aliás, achei que é imprescindível ter um carro para poder aproveitar o passeio.





Na segunda-feira fomos a Cabo Frio e Arraial do Cabo, que ganhou um post exclusivo aqui!

Na terça, fomos a várias praias! Olhamos a praia Brava, com ondas mais fortes. Depois fomos na Praia do Forno, que fica ao lado e tem areia rosa. A maré estava baixa  e optamos por seguir para a Praia da Ferradura. Essa é bem grande e estava vazia. Novamente pegamos umas cadeiras e guarda-sol no modo consumação e a Cecília aproveitou o mar.

Vista de cima da Praia do Forno, na parte de cima da foto

Cecília na Praia da Ferradura, dessa vez vazia
Todas a praias que ficamos têm água bem tranquila!

Depois resolvemos parar na praia Olho de Boi. Não sei como fica em outros horários, mas quando fomos apenas era possível caminhar nas pedras, não havia areia. Estávamos só nós e o lugar é muito bonito!

Olho de Boi

Olho de Boi

Vários ouriços - Olho de Boi

Resolvemos encerrar o tour voltando para a Praia do Forno. Dessa vez a maré já estava mais alta e a dupla resolveu passear novamente de caiaque. Como a praia tem proteção dos dois lados, dá pra ir bem longe de caiaque e a praia é bem tranquila. Só precisa cuidar algumas pedras que ficam submersas com a maré alta.

Caiaque na praia do forno

Fim de tarde na praia do forno. 

Areia rosa da praia do forno - maré baixa
Na quarta já era o dia de deixar Búzios e voltar ao Rio de Janeiro. Fim das férias... :(

Arraial do Cabo

Aproveitamos um dos nossos dias em Búzios para ir até Cabo Frio e especialmente ao Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo. Do nosso hotel foram quase duas horas de viagem até conseguir efetivamente estacionar largar o carro no Pontal. Então, chegamos lá por volta das 11 horas. Já digo: não faça isso, vá mais cedo se quiser aproveitar!

Chegamos no limite do horário para ver a praia ainda um pouco aproveitável, antes de ficar cheia de escunas, mas chegamos tarde demais para conseguir estacionar o carro com mais tranquilidade e poder curtir mais tempo a versão paraíso desse lugar. Estacionar é um eufemismo para largar o carro onde couber e não trancar a passagem. O pontal tem acesso limitado e na entrada é fornecido um cartão para deixar no carro. Em boa parte a estrada é boa, mas chegando perto ela é muito ruim! Cheia de pedras, barro e buracos. Fiquei com medo de ficar empenhada ali e só pensava na hora em que tivéssemos que voltar... fazer um retorno ali naquele penhasco e com aquela estrada estreita e barrenta não era tão legal!

Do lado direito era o penhasco e a praia




Mas se é tudo tão precário assim (fora os sei lá quantos degraus de escada para descer até a praia e SUBIR), por que ir até lá? Porque é lindo. Não tinha visto mar daquela cor no Brasil. Ainda quero voltar, mas daí quero chegar cedo.

Depois de estacionar o carro e caminhar na estrada, desviando do barro, temos esse lindo visual:


Depois, o negócio é encarar a escadaria com mais de 200 degraus. Cada site diz uma coisa diferente e eu não contei. Encontrei informações com 225, 250 e 255... E a gente desce sempre lembrando  que o único jeito de voltar ao carro vai ser o mesmo caminho.


Quase chegando...
 Chegando no final da escadaria, fomos na parte da praia bem à esquerda, onde ainda tinha menos gente naquele horário. Dessa vez, alugamos as cadeiras e guarda-sol (sem consumação) e a Cecília foi para a água. A fama dessa região (o nome Cabo Frio tem seu motivo, águas geladas devido à ressurgência) é ter a água gelada, mas a Cecília achou a mesma temperatura de Búzios... eu não fui fazer a comparação.

Quando pegamos as cadeiras e guarda-sol, nossa visão era  desse paraíso! Água azul, montanhas, um barquinho para compor a foto e a Cecília brincando no mar.




Não demorou muito tempo e ficou assim:


As diversas escunas param ali, descem muuuuitas pessoas e o paraíso acaba. Por isso é bom lembrar: necessário chegar cedo.

Depois dessa lotação, resolvemos levantar acampamento. Superada a escadaria, a vista para um dos lados continuava linda, com muitos tons de azul...



Apenas para um comparativo, uma nova imagem do mesmo local da primeira foto de praia deste post.



Então fomos a Cabo Frio. A orla é bem agradável, com um calçadão legal. Acabamos almojantando por ali mesmo, antes de voltarmos a Búzios.

Outra alternativa é se hospedar uns dias em Cabo Frio. Têm várias praias nessa região para conhecer e num único dia é impossível. Além disso, o caminho fica bem mais curto para ir ao Pontal, sem necessidade de madrugar nas férias para chegar cedinho.


sábado, 18 de novembro de 2017

Angra dos Reis

Depois do passeio no Saco do Mamanguá, partimos para Angra dos Reis. A opção de hotéis é bem grande e tudo fica muito espalhado. Então, pelo que percebi, o negócio é escolher um hotel e fazer os passeios de barco mesmo, já que as ilhas são a grande atração de Angra. Já tínhamos ido outra vez à Ilha Grande, então não voltamos (embora valha muito a pena).
Ficamos duas noites em Angra. O hotel era bem mais ou menos (Pousada Daleste), mas barata, com uma umidade parecida com Ubatuba. A vantagem era ter o passeio de barco saindo da praia em frente.
Como chegamos no final da tarde, apenas fomos jantar num restaurante bem perto dali, Restaurante da Dona Onça, que só entramos por ter recomendação no tripadvisor (e era muito bom!)
No único dia inteiro que ficamos em Angra, fizemos um passeio de barco. Depois  descobrimos os passeios de lancha, que parecem ótimos, mas com preço em torno de R$ 900,00.
Nosso barco estava com pouca gente, o que foi ótimo. Facilitou bastante o embarque e desembarque nas paradas. A primeira e melhor parada foi em Cataguás. Chegamos cedo e ainda não tinha ninguém na ilha!


Saindo para o passeio de barco...

Ilha de Cataguás

Cataguás

Cataguás

Cecília nadando em Cataguás
Tivemos uma parada para mergulho (Botinas), em que ficamos no barco. A água é bem fria e pouca gente desceu. Depois nova parada para almoço, na Praia da Piedade. O legal é que já tinha o cardápio no barco e escolhíamos a comida ainda no caminho. Quando chegamos na praia, o restaurante já tinha tudo pronto!

Na última parada, chegamos na Praia da Fazenda. Quando a maré fica baixa, formam duas prainhas.


De volta ao hotel, jantamos ali mesmo. No dia seguinte, partimos em direção ao Rio de Janeiro, para deixar nossos amigos Marlon e Cristina no aeroporto. Aproveitamos o sábado para caminhar pelo Leblon e almoçamos no Belmonte. Depois do Galeão, atravessamos a ponte Rio-Niterói e seguimos rumo a Búzios!

Saco do Mamanguá

Chegada a hora de deixar Paraty (20/07), o dia amanheceu lindo! Resolvemos voltar um pouco na estrada até Paraty Mirim para conhecer o Saco do Mamanguá. São alguns quilômetros da estrada (Rio-Santos) até lá, mas cerca de 40 minutos desde Paraty. Têm vários estacionamentos próximos à praia. Pagamos R$ 10,00 e poderíamos deixar o carro o dia inteiro. Ali mesmo já nos ofereceram um passeio num barquinho até o Saco do Mamanguá. O valor era de R$ 100,00 por hora e contratamos duas horas de passeio. Também poderia ser R$ 100,00 por trecho. Como queríamos conhecer e não ficarmos apenas parados em algum lugar, optamos pela primeira forma de passeio. O acesso é feito basicamente pela água ou algumas trilhas até alguns pontos.


Essa placa dá uma ideia do Saco do Mamanguá. O local onde o Emerson está com o dedo foi nossa primeira parada. No passeio, fomos aproximadamente até a metade do caminho, porque o lugar é enorme!



A água é incrível! A cor é linda e a paz do lugar, sem praticamente ninguém para compartilhar o espaço, deixa tudo ainda mais lindo! Isso quer dizer que praticamente não há infraestrutura. Há alguns restaurantes para chegar de barco, algumas hospedagens e também casas de veraneio. As fotos dão uma boa ideia do lugar.



Já na segunda parada, ficamos próximos de um hotel e um hostel.  Pelo que vimos, o hotel tem caiaques e essa pequena prainha que ficamos, além de um baita gramado. Tivemos muita vontade de ficar ali... Quando o rapaz do hotel nos falou que tinha heliponto, vi que não é para nós :( . Claro que a Cecília aproveitou as duas paradas para dois banhos de mar. A água é muito tranquila e o visual fica lindo com a vegetação ao fundo.



Nosso barquinho

Depois de duas horas incríveis nesse passeio super recomendado para quem passar pela região (imprescindível estar de carro), seguimos para o nosso próximo destino: Angra dos Reis!
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